ATOR

Foi integrante do Núcleo Experimental de Teatro do SESI, coordenado por Isabel Setti, de2004 a2007.

Formado pelo Teatro Célia Helena em 2001.

Professor do curso de teatro do Colégio Mater Dei. Lecionou também no Colégio Cidade de São Paulo, Liceu Pasteur (ensino fundamental I e II e ensino médio) e Logos.

Diretor do grupo amador Espaço Mágico, fundado em 2002. Formou-se em Direito na PUC-SP. em 2003.

PRINCIPAIS ATUAÇÕES TEATRO

2011 – 2010  –  DE VERDADE, baseado na obra de Sándor Márai. Monólogo. Direção: Antônio Januzelli. Teatro da Livraria da vila, Shopping Cidade Jardim. (Estreou em setembro de 2010 e continua em maio e junho de 2011)

2011 – DECIFRA-TE OU ME DEVORA. Direção e concepção: Elias Andreato. Mini Teatro. Fevereiro a Abril.

2009 ­­­- O FUNÂMBULO, de Jean Genet. Espetáculo solo. Direção: Joaquim Goulart. Cenografia: Daniela Thomas. Espetáculo selecionado para a mostra do ano da França no Brasil. SESC Avenida Paulista. Setembro a Novembro.

2009 – 2008 – MEMÓRIA DO MUNDO, inspirado no universo de Jorge Luis Borges. Monólogo. Direção: Élcio Nogueira Seixas. Primeira temporada SESC Avenida Paulista, abril a julho.  Segunda, Casa das Rosas, outubro a novembro. Terceira temporada, Espaço Viga, Maio a Junho. Indicado ao Shell 2008 em iluminação.

2006–2007 QUEM NUNCA. Direção: Renata Melo. Teatro Popular do SESI. Setembro a Dezembro (2006). Fevereiro a Abril (2007).

2002 – SÓ (MAIS) UM INSTANTE, de Marta Góes. Direção de Elias Andreato. Festival de Curitiba. Teatro FAAP.

 2001-2000 – REI LEAR,  de William Shakespeare, com Raul Cortez. Direção de Ron Daniels. Teatro Sesc Vila-Mariana. Teatro Sérgio Cardoso. Prêmio APCA –melhor espetáculo.

Citações das Críticas:

 Lorenzon se destaca na difícil seara dos Monólogos. Convence e Emociona ao retratar um homem que não conseguiu se entregar às duas mulheres de sua vida.

Dirceu Alves Pinto, Veja SP  2010

 

Performance valoriza texto de Genet.

Trabalho físico do ator, cenografia e iluminação compõem peça afinada com teatro contemporâneo que evita o drama

Lorenzon percorre uma rotina de ações que vão desde um intenso e produtivo contracenar com uma bola de borracha até o seu próprio desempenho como Funâmbulo, em um arame que ele próprio prepara e estica. É inegável a competência do trabalho físico implícito a essa complexa partitura e deve ser elogiada a pertinácia, bem como a disposição ao risco, que exigiu.

 Luiz Fernando Ramos, Ilustrada, Folha de SP 2009

Genet Inédito

Nunca montada no Brasil, O Funâmbulo, do autor francês, exigiu do jovem ator João Paulo Lorenzon equilíbrio para andar no arame e para obter os direitos da peça.

Antônio Gonçalves Filho, Caderno 2, Estado de SP 2009

Lorenzon voa alto em solo inédito de Genet

João Paulo Lorenzon que se equilibra num fio para encenar tragédia de Jean Genet.

Marcus Dávila, Guia da Folha de SP 2009

 

Memória do Mundo chega ao centro de Borges

Com recursos mínimos, montagem concilia com habilidade elementos da literatura do autor argentino e do puro teatro.

Lorenzon atinge uma intensidade verdadeiramente teatral nas partes menos verbais, distantes das palavras cristalinas do escritor, como na apoplexia repetitiva de um quase transe, na sugestão de um orgasmo feminino, ou, ainda, no momento sublime em que encarna o mítico Argos, parceiro de Ulisses na Odisséia de Homero.

Há algo de ancestral nesse encontro do literário e do cênico.

Luiz Fernando Ramos, Ilustrada, Folha de SP 2009

Nas Ruínas Circulares de Borges

Espetáculo Memória do Mundo procura luz nas sombras do escritor argentino

Lorenzon – introspecção certa e domínio vocal ao encarar um jovem Borges urbano em mangas de camisa.

Jefferson Del Rios, Caderno 2, Estado de SP 2008

 

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